quarta-feira, 28 de setembro de 2011

LS TIRA DÚVIDAS DE ALUNOS PRÉ-VESTIBULANDOS NO PARQUE DA CIDADE

 Jussara Azevedo
Nos dias 27 e 28 de setembro acontece a abertura da Etapa Distrital do Circuito de Ciências, promovida pela Secretária de Educação do Distrito Federal, no Pavilhão do Parque da Cidade.
O intuito desse evento é apresentar trabalhos selecionados nas feiras de ciências das Diretorias Regionais de Ensino do DF ocorridas entre agosto e setembro. Esses trabalhos vão concorrer por modalidade de ensino. Os vencedores vão representar a Secretaria de Estado de Educação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Contando com a presença de vários estudantes do ensino médio, a Instituição LS está presente na exposição, para esclarecer dúvidas de pré-vestibulando que estão com a incerteza de qual a melhor profissão seguir, “pretendemos divulgar os cursos antigos e novos da faculdade e além de prestar alguns serviços de saúde”, segundo a coordenadora do curso de gestão hospitalar, Ângela Arndt .
Os serviços oferecidos no estande sãos tipagem sanguínea – os alunos de analises clínicas com orientações dos professores fazem um teste para estabelecer qual o tipo sanguíneo, e outro serviço oferecido é o da verificação da pressão arterial. Já a coordenadora da Escola Técnica, Cida Lourenço, acredita que ontem, (27), mais de 300 alunos da rede pública visitaram a exposição da LS.

O professor Marcos Sant’ana, farmacêutico e bioquímico informou aos alunos  a importância da água neste tempo seco que Brasília enfrenta, “aumento da sede, pele seca e inflexível, olhos fundos e boca seca. São alguns sintomas da desidratação”, conclui o professor Marcos. Para os visitantes da estande é entregue uma água mineral com uma cartilha sobre a importância da água e dicas de saúde.
“Adorei a estante da lS, aproveitei os serviços e conheci um pouco da enfermagem, pois eu estou em dúvida entre enfermagem e fisioterapia” segundo a aluna Luana Rodrigues, de 17 anos, da escola CED 03 de Brazlândia.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

NÚMERO DE PESSOAS SUBMETIDAS Á RADIAÇÃO MÉDICA CRESCEU 40% EM DEZ ANOS DE ACORDO COM A ONU


Brasília – Nos últimos dez anos, houve um aumento de 40% na quantidade de pessoas expostas à radiação médica. As informações são da Organização das Nações Unidas (ONU). Um relatório específico sobre o tema concluiu que, em geral, as pessoas foram submetidas a tratamentos de radiação em decorrência de tomografia computadorizada, seguida de raios X de diagnóstico e medicina nuclear.
Os especialistas advertem que o aumento gradual de pessoas submetidas à radiação pode causar consequências que ainda não foram completamente identificadas, por isso o ideal é evitar a exposição. "Em muitos países a exposição a fontes naturais [indicada para casos específicos] foi substituída pela [exposição] a radiações médicas”, alerta o relatório.
Pelo relatório, são considerados procedimentos com fontes naturais inalar gás radônio, submeter o paciente a raios cósmicos e ingerir alimentos e água que contenham elementos radioativos. As formas artificiais de exposição são os testes nucleares, entre outros.
O especialista argentino Abel Julio González, que integra a comissão das Nações Unidas, disse que a tendência de aumento de pacientes submetidos às radiações é observada no mundo inteiro. Segundo ele, a preocupação deve ser mantida quando a exposição ocorre em casos que poderiam ser evitados.
“O que nos preocupa é que há uma mudança significativa nos últimos anos e [a exposição à radiação médica vem] aumentando bem. Por exemplo, nos Estados Unidos [o número de pessoas submetidas à radiação médica] já ultrapassou [o das que estão sob] a radiação natural”, disse González.
Fonte: Renata Giraldi – Agência Brasil

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

LS LANÇA PROJETO PARA ARRECADAR KITS DE HIGIENE PARA O LAR DOS VELHINHOS MARIA MADALENA

Jussara Azevedo


Segundo  pesquisa do IBGE, o Brasil tem mais idosos do que crianças, são 14 milhões de pessoas com mais de 65 anos. Hoje no Brasil existem leis para proteger os idosos, como por exemplo: 50% de descontos nas atividades culturais, lazer e esportivas; penalidades para quem mostrar imagens que desrespeitem as pessoas mais velhas ou abandonar idosos sem assistências.

(Alunos da LS em ação comunitária)

De acordo com a lei 11.433/2006, o dia do idoso é celebrado no dia 1ª de outubro, com esse intuito de valorizar essas pessoas que a Instituição LS promoverá nesse sábado, dia 24, uma ação comunitária para atender e dar assistências para os idosos do Lar dos Velhinhos Maria Madalena.

A ação será no parque da cidade de Águas Claras – do lado da administração,  das 8h ás 13h, haverá dança, atendimento à saúde, distribuição de kits de higiene e outros serviços.Para quem quiser ajudar nesta campanha é necessário doar  algum produto de higiene, tais como, barbeador, sabonete, toalha, shampoo, cremes de pele e etc. As doações podem ser entregues até sexta (23), na coordenação da Faculdade.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

DICA: PALESTRA SAÚDE

1ª Jornada de Prevenção e Controle das Infecções Relacionadas a Assistência à Saúde

Tema Central: 
Data: 22/09/11 
Cidade: Brasília
Estado: DF
Local: ABEn-DF 
Investimento: Vide site
Período Inscrição:Vagas limitadas , não haverá inscrições no local
Trabalhos Científicos (prazo): 
Contato: ABEn - DF
Telefone: (61) 3328-7740
Organização: ABEn - DF - Associação Brasileira de Enfermagem
E-mail: aben-df@aben-df.com.br
Site: www.aben-df.com.br 

EMENDA INCLUI ENFERMEIRO NA DIREÇÃO DE EMPRESAS PARA GERIR HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS

Governo reapresentou proposta que tramitava como medida provisória, mas que perdeu a validade antes de ser votada pelo Senado.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1749/11, do Poder Executivo, que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para administrar hospitais universitários federais. O objetivo da nova empresa pública é resolver problemas na contratação de trabalhadores para esses hospitais. Atualmente, as contratações geralmente ocorrem por intermédio das fundações de apoio das universidades, com bases legais frágeis.
O governo já havia enviado medida provisória com o mesmo objetivo ao Congresso (MP 520/10), que chegou a ser aprovada pela Câmara na forma de projeto de lei de conversão (PLV 14/11). No entanto, a medida não foi apreciada pelo Senado e perdeu a validade em 1º de junho.
De acordo com a proposta, a Ebserh será uma sociedade anônima de direito privado, vinculada ao Ministério da Educação, com capital social integralmente de propriedade da União. Com sede em Brasília, a empresa poderá manter escritórios em outros estados, além de subsidiárias regionais. Ela deverá observar as orientações da Política Nacional de Saúde, de responsabilidade do Ministério da Saúde. 
Problemas atuais
Atualmente, a força de trabalho dos hospitais universitários é de cerca de 70 mil profissionais. Destes, 53,5 mil são servidores do quadro efetivo e 26,5 mil são recrutados por intermédio das fundações de apoio das universidades, sob diversos formatos legais - pelo regime celetista, por contratos de prestação de serviços e outros vínculos precários, muitas vezes irregulares.
Segundo o governo, o uso das fundações de apoio para atender às necessidades de contratação de trabalhadores para os hospitais universitários acarreta distorções e vulnerabilidade jurídica.
Atualmente, há 45 hospitais universitários na estrutura do governo federal, que prestam apoio às atividades de ensino e pesquisa das universidades. As unidades também prestam serviços médico-hospitalares diretamente ao Sistema Único de Saúde (SUS), sendo responsáveis por cerca de 40 milhões de procedimentos por ano.
Competências

Respeitada a autonomia universitária, a Ebserh deverá, além de administrar os hospitais, prestar às universidades federais serviços de apoio ao ensino, à pesquisa e à formação de profissionais no campo da saúde pública. Além disso, deverá prestar serviços gratuitos de assistência médico-hospitalar, laboratorial e de apoio diagnóstico e terapêutico à comunidade no âmbito do SUS.
Para prestar os serviços, a Ebserh firmará contratos com as instituições de ensino. Esses contratos estabelecerão metas de desempenho, indicadores e prazos de execução a serem observados pelas partes, além de sistema de avaliação dos resultados.

Fonte: Agência Câmara 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM DIVULGA DADOS SOBRE A ENFERMAGEM BRASILEIRA

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Enfermagem revela que atualmente existem 1.449.159 profissionais em todo o Brasil, desse total, 19,81% são enfermeiros, 43,18% técnicos de enfermagem e 36,8% auxiliares.

Segundo a pesquisa, na capital Federal, são 5.346 enfermeiros, 17.427 técnicos de enfermagem e 4.514 auxiliares.
Em relação à faixa etária, os profissionais de enfermagem concentram-se entre 26 a 55 anos, a grande maioria está na faixa de 26 a 35 anos, a qual representa 35,98% do total dos profissionais de enfermagem do Brasil .

Quadro abaixo mostra a realidade em cada região brasileira:


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PESQUISA TRAÇA FUTURO PERFIL DA ENFERMAGEM NO BRASIL

O Ministério da Saúde lançou, no dia 14 de setembro, pesquisa que identificará o perfil dos profissionais de Enfermagem no país. O estudo será realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e entidades médicas parceiras, com o apoio financeiro e técnico do Ministério da Saúde (por meio do Observatório de Recursos Humanos), e contará com a participação de aproximadamente 50 mil profissionais, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem. Juntamente como os médicos, eles representam cerca de 70% da força de trabalho do Sistema Único de Saúde (SUS).


A pesquisa, que deverá ser concluída em dois anos, foi oficialmente lançada durante reunião plenária do Conselho Nacional de Saúde, que contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, atual presidente do colegiado. “É um trabalho importante para que a gente possa ajustar as políticas e os programas de qualificação do trabalho da Enfermagem. Não só de garantia dos direitos dos trabalhadores, mas também de educação permanente e qualificação destes profissionais. E, para isto, é preciso termos este diagnóstico no país”, afirmou o ministro.
De acordo com a diretora do Departamento de Gestão do Trabalho na Saúde do Ministério da Saúde, Denise Motta Dau, o estudo produzirá ferramentas significativas para a elaboração de políticas públicas para o setor. “A pesquisa permitirá entender melhor a formação e o desenvolvimento desses profissionais, bem como as rotinas e dinâmicas de trabalho às quais estão submetidos”, explica. “A partir disso, será possível aprimorarmos as políticas de gestão e educação do trabalho em saúde”, completa.
A coordenação geral do estudo está sob a responsabilidade da Fiocruz, por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recursos Humanos da Escola Nacional de Saúde Pública. Também participam da coordenação e execução da pesquisa o Conselho Nacional de Enfermagem (Cofen), a Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) e a Federação Nacional de Enfermagem (FNE). “A expectativa com esta pesquisa é que tenhamos subsídios para desenvolvermos políticas que resultem em profissionais com qualidade, direitos e condições de trabalho cada vez mais garantidos e, sobretudo, que prestem um atendimento humanizado ao paciente”, acrescentou o ministro Alexandre Padilha.
METODOLOGIA – O estudo abrange as três categorias da Enfermagem – profissionais de nível superior (enfermeiros), médio (técnicos) e fundamental (auxiliares). Para traçar o perfil desses profissionais no país, será selecionada e analisada uma amostra de aproximadamente 53,5 mil pessoas, que vão responder a questionários encaminhados pelo Conselho Nacional de Enfermagem. Também serão considerados dados cadastrais e outras informações fornecidas pelo Cofen.

O questionário da pesquisa é divido em seis blocos que abordam temas diversos, tais como a identificação sócio-econômica do entrevistado, a formação profissional, o acesso à informação técnico-científica e a satisfação no trabalho. Os dados colhidos por meio dos questionários serão consolidados e analisados pelas equipes que atuam na execução do estudo.


Fonte: Ministério da Saúde