Nesta semana marca o início do inverno, também é o Dia Nacional de Combate à Asma, uma doença que afeta de 10% a 25% da população brasileira, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). A enfermidade é a quarta maior causa de hospitalização e o terceiro maior gasto do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma doença específica, custando cerca de R$ 111 milhões.A doença e os sintomas
A asma é caracterizada por uma inflamação dos brônquios e é uma doença alérgica de origem genética que apresenta sintomas como tosse, sensação de aperto no peito, respiração curta e chiado. Segundo a ASBAI, o diagnóstico precoce é importante para que ela seja controlada de forma que permita ao portador levar uma vida normal.
Em grande parte dos casos, a enfermidade é detectada na faixa dos seis anos, na adolescência ou ainda na fase adulta. Porém, poucos são diagnosticados antes dos dois anos, na fase em que 80% dos pacientes já apresentam a primeira crise.
Tratamento
Existem vários tipos de medicamentos para tratar a asma, entre eles os remédios aliviadores, que são usados para aliviar os sintomas e tratar as crises, e controladores, que atuam na inflamação dos brônquios, controlam a doença e evitam novas crises. O tratamento pode ser feito com a utilização de medicações por via inalada sob a forma de sprays (as “bombinhas”), nebulização ou como inaladores de pó seco.
— A descoberta dos corticoides inalados (conhecidos como bombinhas de cortisona) representa um grande avanço no tratamento da asma. Estes remédios não engordam, não viciam e não fazem mal ao coração. Pelo contrário, podem ser usados em adultos e crianças, por tempo prolongado para controlar a inflamação dos brônquios e evitar as crises de asma — afirma o médico e presidente da ASBAI João Negreiros Tebyriçá.
As medidas de prevenção em casa, com o intuito de manter a higiene do ambiente, é também parte importante do tratamento
Fonte: .clicrbs

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