Pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 4, realizada pela London School of Economics (LSE), na qual 12.262 pessoas de 12 países foram entrevistadas.
O levantamento ouviu 1.005 brasileiros e constatou que 86% dos que tinham acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre saúde, remédios e suas condições médicas.
Além disso, a pesquisa mostra que o Brasil é o quinto país que mais procura orientações, apenas atrás da Rússia (1ª), China (2ª), Índia (3ª) e México (4ª).
“Confiar em informação enganosa pode facilmente levar as pessoas a assumir riscos com tratamentos e exames inadequados, desperdiçar dinheiro e ter problemas desnecessários”, afirmou Annabel Bentley, diretora médica da Bupa. - Além disso, as pessoas podem fazer uma checagem on-line e desconsiderar sintomas graves, em vez de buscar orientação com um médico.


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